A pergunta mais direta merece a resposta mais honesta: não existe um preço único pra alugar um robô pra evento. O valor sai de cinco fatores, e é fácil entender cada um. Sabendo o que pesa na conta, você pede um orçamento já com a informação certa — e recebe uma proposta fechada, sem surpresa.
1. Qual robô
Cada unidade tem um custo diferente. O cão-robô Go2 é o ponto de entrada. Os humanoides G1 e R1 pesam mais, porque a máquina é mais complexa e o roteiro de interação é mais elaborado. Levar mais de um robô no mesmo evento muda a conta.
2. Quantos dias
Um dia de ativação é diferente de uma feira de quatro dias. A diária cai quando o período é maior, porque o transporte e a montagem se diluem. Meio período também é uma opção pra ações pontuais.
3. Cidade e logística
A gente é de Joinville/SC e atende o Brasil inteiro. Quanto mais longe da base, mais entra transporte, hospedagem do operador e deslocamento no cálculo. Eventos na região Sul saem mais enxutos por logística.
4. Personalização
Aplicar a identidade da marca no robô (a "brand skin"), gravar uma fala específica, adesivar, montar um roteiro sob medida com reveal de produto — tudo isso é o que faz o robô virar a sua marca, e não um robô genérico. Personalização mais profunda entra no orçamento.
5. O operador (sempre incluso)
Aqui não tem pegadinha: toda locação já inclui o técnico operador. Ele viaja com o robô, monta, opera durante o evento e desmonta. Você não aluga uma máquina pra virar problema seu — você contrata o show pronto. Isso já está no valor.
Por que a gente não põe uma tabela no site
Porque uma tabela mentiria. O robô certo pra uma convenção de 200 pessoas em Curitiba não é o mesmo pacote de uma feira de quatro dias em São Paulo. Em vez de um número solto, a gente monta a proposta exata pro seu caso — e responde rápido.
O jeito mais rápido de saber o valor é a cotação inteligente: você diz o robô (ou pede ajuda pra escolher), a data, a cidade e os dias, e a gente volta com uma proposta fechada.



