Poucos empresários no Brasil têm o alcance do Luciano Hang, o Véio da Havan. Então quando os nossos robôs foram parar no perfil dele — com os reels rodando pros milhões de seguidores — a gente entendeu na hora o que aconteceu: aquilo é o resumo do que a Robotikis faz.
A cena: dois humanoides, cada um de camiseta da Havan, pegando um rolinho e pintando um muro por cima de uma pichação. O Véio no meio, dirigindo o trabalho, batizando os robôs de "Júnior" e "Zé" e rindo à toa. Não é boneco de LED com pessoa dentro. É robótica de verdade, autônoma, a mesma que a gente leva pro seu evento.
Assiste nos reels do próprio Luciano Hang
Por que isso viraliza (e por que importa pro seu evento)
O que fez o Véio pegar o celular e postar é exatamente o que faz o público do seu evento parar, filmar e compartilhar: robô que se mexe de verdade gera conteúdo orgânico. Ninguém filma um boneco parado. Todo mundo filma um humanoide pegando um rolinho e pintando um muro.
É por isso que a gente não vende "atração". A gente entrega um gerador de conteúdo que já vem com a identidade da sua marca aplicada no robô — como a camiseta da Havan estava aplicada ali. Você leva o robô, o operador e o roteiro. A marca leva o alcance.
É o mesmo robô que vai pro seu evento
Não tem versão "de vitrine". Os humanoides que apareceram com o Luciano Hang são os mesmos que a gente coloca numa ativação de marca, num lançamento de produto ou numa convenção. E o cão-robô Go2 completa a dupla quando o evento pede movimento pelo espaço. Conheça a frota de robôs — humanoides G1 e R1 e o cão-robô Go2.
Somos de Santa Catarina, nossa casa, e atendemos o Brasil inteiro. Se você quer um momento que vira vídeo — e não uma foto parada que ninguém compartilha — o caminho começa num briefing rápido.



