A dúvida mais comum de quem vai alugar pela primeira vez: humanoide ou cão-robô? Os dois impressionam, mas resolvem coisas diferentes. A escolha certa depende do espaço e do tipo de interação que você quer.
O humanoide fica e interage
O G1 e o R1 trabalham num ponto: recepcionam, apertam a mão, abrem o palco, fazem o reveal, posam pra foto. É o robô da interação de perto. Ele segura o público na sua frente — ideal pra entrada de evento, estande e palco.
O cão-robô vai até o público
O Go2 faz o oposto: ele circula. Corre pelo espaço, sobe degraus, faz truque no meio da galera e desvia de gente com LiDAR. É o robô do movimento — ideal pra área ampla, evento ao ar livre e pra gerar fluxo, trazendo gente de longe.
A resposta que serve pra maioria: os dois
Na prática, boa parte dos eventos pede a dupla. O humanoide fica na entrada ou no palco segurando a interação, e o cão-robô circula puxando o público. Um complementa o outro, e o roteiro sincroniza os dois.
Descreve o seu espaço e o que você quer que aconteça, e a gente indica a combinação certa. Manda o briefing na cotação inteligente e recebe uma proposta fechada, sem enrolação.


